Os futuros das bolsas de Nova York abriram a noite deste domingo (22) em queda, enquanto investidores acompanham os desdobramentos da guerra entre Estados Unidos e Irã, que entra na quarta semana sem sinais de arrefecimento. Já os preços do petróleo continuam subindo. Às 19h11, os futuros do Dow Jones recuavam 273 pontos, ou 0,6%, para 45.620 pontos. Os contratos futuros do S&P 500 caíam 0,6%, para 6.516 pontos, enquanto os do Nasdaq 100 perdiam 0,63%, para 23.949 pontos.Enquanto isso, os contratos futuros do petróleo tipo Brent subiam US$ 1,01, ou 0,90%, para US$ 113,20 o barril às 19h11. Na sexta-feira, os contratos fecharam na maior cotação desde julho de 2022. Já o petróleo WTI era cotado a US$ 98,85 o barril, alta de US$ 0,62, ou 0,63%, ampliando o ganho de 2,27% da sessão anterior. Leia tambémEUA: entenda o impasse orçamentário que fez Trump ameaçar enviar ICE para aeroportosAgentes da TSA seguem sem salário e presidente ameaça usar força de imigração nos terminaisTrump e Irã ameaçam intensificar conflito com ataques a instalações de energia e águaTrump e Irã ameaçam intensificar conflito com ataques a instalações de energia e águaA abertura do mercado futuro acontece depois de mais uma semana negativa em Wall Street. Dow Jones e Nasdaq caíram cerca de 2%, enquanto o S&P 500 perdeu 1,5%. O fechamento marcou a primeira sequência de quatro semanas de queda do Dow Jones desde 2023. Investidores acompanham de perto as ações de Teerã depois que o presidente americano Donald Trump deu um ultimato de 48 horas para que o Irã reabra o Estreito de Ormuz ou enfrente ataques às suas usinas de energia. O prazo expira na noite de segunda-feira em Washington. Na última sexta-feira, a pressão vendedora no mercado americano foi acentuada por investidores antecipando a possibilidade de o Federal Reserve (banco central dos EUA) aumentar as taxas de juros ainda este ano, já que os preços do petróleo podem provocar um novo choque inflacionário.The post Futuros de ações em NY recuam com guerra na 4ª semana; petróleo sobe appeared first on InfoMoney.