China promete abrir economia e reforçar apoio a empresas estrangeiras

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O primeiro-ministro chinês, Li Qiang, prometeu neste domingo (22) abrir ainda mais a economia e implementar plenamente o tratamento nacional para empresas estrangeiras, enquanto o país busca tranquilizar o mundo em meio ao aumento das tensões comerciais globais.A China se concentrará em promover um desenvolvimento de alta qualidade e continuará a criar um ambiente de negócios favorável, para que empresas que entrem no país possam se desenvolver com confiança e alcançar grande sucesso, disse Li durante o China Development Forum em Pequim, segundo a mídia estatal. Leia Mais Por que governo Trump está flexibilizando sanções sobre petróleo iraniano Mesmo com risco global elevado, ouro tem pior semana desde 1983; entenda Powell defende autonomia e cita trajetória de ex-Fed Paul Volcker O fórum anual de dois dias – que termina na segunda-feira (23) – serve como uma plataforma para Pequim promover sua trajetória econômica e oportunidades de investimento a líderes empresariais estrangeiros, autoridades chinesas, economistas e acadêmicos.O encontro deste ano ocorre enquanto a segunda maior economia do mundo enfrenta crescentes tensões com grandes parceiros comerciais devido ao superávit comercial recorde de US$ 1,2 trilhão no ano passado.Também antecede uma visita esperada do presidente dos EUA, Donald Trump, que adiou uma viagem originalmente planejada para o fim de março devido à guerra entre EUA e Israel contra o Irã.Entre os executivos presentes estão representantes da Apple, Samsung Electronics, Volkswagen, da fabricante de chips Broadcom Inc., do conglomerado industrial Siemens, da produtora química BASF e da farmacêutica Novartis.Nenhum executivo de empresas japonesas apareceu na lista de convidados no site do fórum.Li afirmou que a China importará mais produtos de alta qualidade e trabalhará com parceiros comerciais para promover um desenvolvimento equilibrado do comércio e expandir o volume global de trocas, descrevendo o país como comprometido em ser um “pilar de certeza” e um “porto de estabilidade” para a economia mundial.Ele disse que a abertura e o progresso tecnológico são necessários para criar novos mercados.