O escândalo do Banco Master não é acidente: é sintoma, justamente, de um Judiciário que assumiu protagonismo político excessivo e agora paga o preço da proximidade com o poder econômico. Quando ministros viajam em jatos de investigados, reduzem ou ampliam determinados prazos ou decretam sigilos ao sabor das circunstâncias, a mensagem é clara: a lei só vale para os outros.