O relator da PEC (Proposta de Emenda à Constituição) da escala 6×1 na CCJ da Câmara, deputado Paulo Azi (União-BA), disse que é preciso cautela em torno do debate sobre o fim da escala 6×1. Em sua participação no CNN Talks, que tratou sobre o tema, Azi avaliou não haver impedimento legal para a tramitação da proposta.De acordo com o debutado, um dos principais desafios é controlar o passo dado em uma possível mudança na jornada de trabalho.“Entendo que não podemos trazer a sensação de que não saímos do lugar mas, ao mesmo tempo, temos consciência de que esse passo não pode ser maior do que as nossas pernas possam alcançar”, afirmou o relator da PEC. CNN Talks: Setor produtivo alerta para debate precipitado sobre escala 6x1 CNN Talks: Pior para escala 6x1 é o discurso populista, diz relator da PEC CNN Talks: Abrasce vê custo elevado para trabalhador com fim da escala 6x1 Isso porque, de acordo com Azi, um passo maior do que o necessário pode causar uma desordem na economia brasileira. Mas, em sua visão, isso só acontecerá se a discussão se exceder para uma esfera populista e em um ano como 2026.“A pior coisa que pode acontecer é o tema ser discutido em ano eleitoral, de forma populista ou demagógica”, avalia o deputado.Azi ainda analisa que a decisão deve ser feita com sabedoria. Para isso, em sua visão, a discussão deve acontecer, mas com cuidado.“Precisamos chamar atenção da sociedade e dos trabalhadores, para que isso seja algo construído coletivamente – tanto da classe trabalhadora quanto dos empregadores”, finaliza.A proposta ainda precisa passar por outras etapas no Congresso, incluindo análise de mérito em comissão especial e votação em plenário. Trocar imagemTrocar imagem 1 de 11 Painel "O impacto no setor produtivo" durante o evento CNN Talks - O futuro do jornada de trabalho • Agência Atacama Trocar imagemTrocar imagem 2 de 11 Paulo Skaf, presidente da Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo), durante Painel "O impacto no setor produtivo" no evento CNN Talks - O futuro do jornada de trabalho • Agência Atacama Trocar imagemTrocar imagemTrocar imagem 3 de 11 Luiz França, presidente da Abrainc (Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias), durante Painel "O impacto no setor produtivo" no evento CNN Talks - O futuro do jornada de trabalho • Agência Atacama Trocar imagemTrocar imagem Trocar imagemTrocar imagemTrocar imagem 4 de 11 Vander Giordano, conselheiro da Abrasce (Associação Brasileira de Shopping Centers), durante Painel "O impacto no setor produtivo" no evento CNN Talks - O futuro do jornada de trabalho • Agência Atacama Trocar imagemTrocar imagem 5 de 11 Painel "Sustentabilidade Econômica e Modernização da Jornada" durante o evento CNN Talks - O futuro do jornada de trabalho • Agência Atacama Trocar imagemTrocar imagemTrocar imagem 6 de 11 Paulo Azi, deputado federal e relator da CCJ da Câmara para a PEC da Escala 6x1, durante o Painel "Sustentabilidade Econômica e Modernização da Jornada" no evento CNN Talks - O futuro do jornada de trabalho • Agência Atacama Trocar imagemTrocar imagem Trocar imagemTrocar imagemTrocar imagem 7 de 11 Sergio Firpo, Professor de Economia do Insper, durante o Painel "Sustentabilidade Econômica e Modernização da Jornada" no evento CNN Talks - O futuro do jornada de trabalho • Agência Atacama Trocar imagemTrocar imagem 8 de 11 Palco do CNN Talks - O futuro do jornada de trabalho • Agência Atacama Trocar imagemTrocar imagemTrocar imagem 9 de 11 Luiz França, presidente da Abrainc (Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias), na chegada ao CNN Talks - O futuro do jornada de trabalho • Agência Atacama Trocar imagemTrocar imagem Trocar imagemTrocar imagemTrocar imagem 10 de 11 Paulo Skaf, presidente da Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo), na chegada ao CNN Talks - O futuro do jornada de trabalho • Agência Atacama Trocar imagemTrocar imagem 11 de 11 Márcio Gomes, apresentador do "CNN Talks - O futuro do jornada de trabalho" • Agência Atacama visualização default visualização full visualização grid