Os Estados Unidos e o Irã estão em uma corrida contra o tempo para localizar um tripulante americano que continua desaparecido após os iranianos abaterem um caça F-15 norte-americano em território iraniano.As forças americanas iniciaram uma operação de busca e resgate para encontrar o militar, enquanto as autoridades iranianas anunciaram uma recompensa para cidadãos que encontrarem e entregarem o que chamaram de “piloto inimigo”. A captura do tripulante americano pelo Irã poderia ter sérias implicações para o conflito entre os dois países.De acordo com informações disponíveis, foram dois incidentes envolvendo aeronaves militares americanas. O primeiro foi a derrubada do caça F-15 na região central do Irã, do qual um tripulante foi resgatado e recebeu tratamento médico, enquanto o segundo continua desaparecido. Leia Mais Guerra com o Irã: EUA contabilizam sete aeronaves destruídas Análise: EUA perdem aviões e domínio militar sobre o Irã é questionado Análise: Irã ainda demonstra capacidade de desgastar EUA e Trump Outro avião militar também foi atingido, mas o piloto conseguiu sair do espaço aéreo iraniano antes de se ejetar da aeronave.Os ataques às aeronaves americanas contradizem declarações recentes de Donald Trump, que afirmou em um pronunciamento à nação que os radares do Irã tinham sido “100% destruídos” e que o país não possuía mais equipamentos antiaéreos operacionais.A capacidade do Irã de derrubar dois aviões militares americanos demonstra que o país ainda mantém sistemas de defesa aérea funcionais.Estes incidentes ocorreram um dia após os Estados Unidos terem bombardeado uma ponte no Irã, próxima à capital Teerã. Apesar da tensão crescente, Donald Trump afirmou que o desaparecimento do tripulante não vai interferir nas supostas negociações com o Irã, negociações estas que Teerã nega existirem. Os textos gerados por inteligência artificial na CNN Brasil são feitos com base nos cortes de vídeos dos jornais de sua programação. Todas as informações são apuradas e checadas por jornalistas. O texto final também passa pela revisão da equipe de jornalismo da CNN. Clique aqui para saber mais.