Trump diz que irá vingar americanos mortos e que deve haver mais baixas

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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse que o país irá vingar os norte-americanos que foram mortos no conflito contra o Irã.Três militares dos EUA foram mortos em combate durante os ataques contra o Irã, segundo o CENTCOM (Comando Central dos EUA) em um comunicado neste domingo (1º).Outras cinco pessoas ficaram gravemente feridas durante a Operação Epic Fury, que resultou na morte do líder supremo do Irã, o aiatolá Ali Khamenei. Leia Mais Macron: Ataques retaliatórios do Irã são desproporcionais e indiscriminados Líder Houthi do Iêmen presta condolências ao Irã por morte do Líder Supremo Trump: militares devem largar armas e população usar momento para tomar Irã Trump afirmou também que provavelmente haverá mais mortes de norte-americanos durante o combate no Irã, que, segundo ele, continuará até que os EUA alcancem seus objetivos.“As operações de combate continuam neste momento, com toda a força, e continuarão até que todos os nossos objetivos sejam alcançados. Temos objetivos muito firmes”, disse ele em um vídeo publicado no Truth Social, sem especificar em detalhes quais eram esses objetivos.Ao mencionar as três mortes de militares norte-americanos, o presidente disse que a nação está de luto pela perda.“Como uma nação unida, lamentamos profundamente a perda dos verdadeiros patriotas americanos que fizeram o sacrifício supremo por nossa nação”, disse ele.Embaixador do Irã na ONU ressalta direito de autodefesa | AGORA CNN“Mesmo enquanto continuamos a justa missão pela qual eles deram suas vidas, oramos pela plena recuperação dos feridos e enviamos nosso imenso amor e eterna gratidão às famílias dos que tombaram.”Ele disse que era provável que houvesse mais mortes para os EUA.“Infelizmente, provavelmente haverá mais antes que isso termine”, disse ele. “É assim que as coisas são. Provavelmente haverá mais. Mas faremos todo o possível para que isso não aconteça.”*Com informações de CNN InternacionalEntenda a onda de protestos no Irã e o impacto para o regime