Crise no México testa responsabilidade de líderes mundiais antes do amigável com Portugal

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O alerta surge depois da morte do líder do cartel Jalisco Nova Geração, Nemesio “El Mencho” Oseguera, durante uma operação militar, que desencadeou uma série de confrontos armados e atos de violência em várias regiões do país anfitrião da próxima Copa do Mundo.Numa declaração oficial, a FPF sublinhou que «a segurança dos jogadores, da equipa técnica, do staff e dos adeptos constitui a prioridade absoluta», afirmando que qualquer decisão sobre a realização do jogo será tomada em articulação com o Governo português e em coordenação com a congénere mexicana, mantendo um contacto regular entre as duas federações.Apesar desta posição cautelosa, o calendário desportivo permanece oficialmente inalterado, com as autoridades mexicanas a garantirem que o jogo seguirá conforme planeado e a reforçarem que as medidas de segurança estão em curso para proteger visitantes e participantes.A situação tem atraído atenção internacional: enquanto o presidente da FIFA manifestou «confiança» na capacidade do México para co-organizar o Mundial e garantir a segurança dos eventos, várias federações nacionais — incluindo a portuguesa e a jamaicana — reconhecem que as circunstâncias exigem vigilância constante e decisões baseadas nas avaliações das autoridades competentes.Especialistas em segurança e relações internacionais destacam que este episódio reforça a necessidade de líderes políticos, organismos desportivos e instituições multilaterais estarem preparados para responder a crises que possam impactar não só eventos desportivos, mas também a segurança de cidadãos e equipas estrangeiras.Este acompanhamento rigoroso e coordenado será um teste importante à capacidade de resposta conjunta, a poucos meses do início do maior evento de futebol mundial.O conteúdo Crise no México testa responsabilidade de líderes mundiais antes do amigável com Portugal aparece primeiro em Revista Líder.