Alegações dos EUA de defesa “não podem legitimar” agressão, diz Irã

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O representante permanente do Irã nas Nações Unidas, Amir-Saeid Iravani, condenou no sábado os ataques conjuntos EUA-Israel ao país como um anátema de “crime de guerra” para a carta fundadora da ONU.Os comentários foram feitos em uma reunião de emergência convocada pelo Conselho de Segurança das Nações Unidas. Entre os palestrantes notáveis estavam representantes dos EUA, Irã e Israel, nessa ordem. Leia Mais Ataque aéreo contra Irã foi o "mais letal da história", diz Defesa dos EUA Ataques em Israel deixam um morto e pelo menos 121 feridos, diz autoridade Embaixador dos EUA na ONU diz que ataques ao Irã foram "ações legais" “As alegações infundadas envolvidas para defender esse uso ilegal da força não têm legitimidade no direito internacional”, disse Iravani em seu discurso, acrescentando: “A invocação de ataque preventivo, alegações de ameaças iminentes ou outras alegações políticas não fundamentadas não podem legitimar agressão.”Logo após o lançamento inicial dos ataques ao Irã, o presidente dos EUA, Donald Trump, publicou um discurso pré-gravado para a nação no qual racionalizou a operação como uma “missão para impedir que essa ditadura muito perversa e radical ameace a América e nossos principais interesses de segurança nacional.”Iravani concluiu seus comentários afirmando que o Irã “continuará a exercer seu direito inerente de autodefesa”, mas omitiu notavelmente em seu discurso qualquer menção ao líder supremo, aiatolá Ali Khamenei, relatado como morto por Trump e autoridades israelenses – algo que os oficiais iranianos negaram veemmentemente.