Jorge Santana, primo de Dinho, ex-vocalista do Mamonas Assassinas, falou sobre o momento da exumação dos corpos dos integrantes da banda, que morreram em um acidente aéreo, em 1995.À CNN Brasil, ele relatou o momento como “o fechamento de um ciclo. São 30 anos, mas não deixa de ser emocionante porque a gente traz na memória — do Dinho, particularmente — aquela pessoa alegre, festiva e irreverente mas lá não, eram só restos mortais, não tinha nenhuma conotação do que eles foram, da passagem deles aqui por essa vida”. Leia mais Corpos dos Mamonas Assassinas serão exumados após 30 anos; entenda Jaqueta usada por equipe dos Mamonas Assassinas é encontrada sobre caixão "Me sinto abençoada", diz Gisele sobre ativismo ambiental e maternidade Ele contou que, junto aos corpos, estavam uma jaqueta — localizada em cima do caixão do Dinho — e um ursinho de pelúcia, próximo do caixão de Bento. Os dois objetos estavam bem conservados, por terem ficado isolados da atmosfera em todos esses anos, o que causou surpresa nos fãs da banda.Os restos mortais foram cremados e, na próxima segunda-feira (2), cinco jacarandás serão plantados em um memorial no Cemitério Primaveras, em Guarulhos, na Grande São Paulo.“É usado um pouco da compostagem junto com outros nutrientes. Vão ser cinco árvores, cada um com os compostos de um corpo”, disse Jorge Santana. “Ali era só um pequeno ciclo que foi fechado.”Em homenagem a Francisco Cuoco, ator diz que “está a caminho também”*Com informações de Larissa Santos, em colaboração para a CNN Brasil