A Braskem fechou o quarto trimestre com queda nas vendas de resinas e principais químicos no Brasil sobre um ano antes, segundo relatório operacional divulgado nesta sexta-feira (27), que traz também queda na taxa de utilização das centrais petroquímicas da companhia no país.Enquanto as vendas de resinas recuaram 8% na comparação anual, para 743 mil toneladas, principais químicos sofreram recuo de 13%, a 595 mil toneladas.A companhia apurou ainda queda de 3% nos spreads – a diferença entre o preço de venda do produto final e o custo da matéria-prima – de principais químicos e de 15% no caso das resinas. Leia Mais Trump instrui agências federais a interromperem trabalho com a Anthropic Crescimento no futuro é nossa prioridade, diz DRI do Mercado Livre Bradsaúde vai ser maior IPO reverso do Brasil; saiba o que é A taxa de utilização de eteno da companhia no Brasil encerrou dezembro em 59% ante 70% no final de 2024.“Apesar da priorização das vendas de maior valor agregado, a taxa de utilização das centrais petroquímicas foi menor em relação ao terceiro trimestre em função, principalmente, da parada programada para manutenção na central petroquímica da Bahia”, afirmou a Braskem. No terceiro trimestre, a taxa de utilização no Brasil foi de 65%.No Estados Unidos e Europa, a taxa de utilização das instalações da Braskem foi de 71% no trimestre passado ante 67% um ano antes.As vendas nessas duas regiões subiram 7%, para 479 mil toneladas. Mas o spread recuou 10%, a US$ 347 por tonelada.Já no México, a Braskem teve um crescimento de 14% nas vendas, para 221 mil toneladas, enquanto a taxa de utilização foi de 92% ante 77% no quarto trimestre de 2024.Mas, no México, os spreads desabaram 20% no período, para US$ 625 por tonelada.