Governo do Rio de Janeiro confirma 11 casos de Mpox em 2026

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A Secretaria de Estado de Saúde do Rio (SES-RJ), afirmou, nesta quarta-feira (25), que dos 51 casos notificados de Mpox, 11 foram confirmados em todo o estado. Os casos estão mais concentrados na capital. Não houve registro de mortes. Os números são com base em análises feitas até a terça-feira (24).Em 2025, no mesmo período, 16 casos já tinham sido confirmados, e em 2024, 92. Em 2025, houve 492 notificações e 117 confirmações da doença ao longo de todo o ano, sem óbitos. Já em 2024, foram notificados 1.057 casos, dos quais 328 foram confirmados, ao longo de todo o ano, e também não houve mortes.“Não há motivo para grande preocupação com a doença, desde que sejam tomados os cuidados básicos. A Secretaria faz o monitoramento de Mpox em todo o estado. Os municípios recebem orientações para investigação e diagnóstico, prevenção e controle da doença”, afirma o subsecretário de Vigilância e Atenção Primária à Saúde da SES-RJ, Mário Sérgio Ribeiro. Leia Mais Mpox: Brasil chega a 90 casos com mais dois estados na lista Mpox: como está situação atual do surto no Brasil e estados com mais casos Bahia confirma 2 casos de mpox em 2026; outros casos estão sob investigação O tratamento dos casos de Mpox é baseado em medidas de suporte clínico, com o objetivo de aliviar sintomas, prevenir e tratar complicações e evitar sequelas. A maioria dos casos apresenta sinais e sintomas leves a moderados.A Mpox é causada pelo Mpox vírus (MPXV), do gênero Orthopoxvirus e família Poxviridae. O vírus pode provocar erupções na pele, inchaço nos gânglios e também febre. Outros sintomas são: dores de cabeça e por todo o corpo, calafrios e sensação de cansaço. O número de lesões em uma pessoa pode variar muito e tendem a se concentrar no rosto, na palma das mãos e planta dos pés, mas podem ocorrer em qualquer parte do corpo, inclusive na região genital.Como a doença é transmitida?Entre humanos, o vírus da Mpox é transmitido principalmente por contato pessoal prolongado com lesões de pele ou fluidos corporais de uma pessoa infectada ou ainda com objetos recentemente contaminados, tais como toalhas e roupas de cama.A transmissão por gotículas geralmente requer contato mais próximo com o infectado. Pode haver também transmissão por animais silvestres (roedores) infectados. O diagnóstico é feito em laboratório, por teste molecular ou sequenciamento genético.Em caso de suspeita de Mpox, é fundamental procurar uma unidade de saúde para atendimento médico. O intervalo de tempo entre o primeiro contato com o vírus até o início dos sinais e sintomas da Mpox (período de incubação) é tipicamente de três a 16 dias, mas pode chegar a 21 dias.Mpox: como identificar se uma lesão de pele pode indicar a doença